Santaluz: Conselho do FUNDEB rebate informação falsa sobre atraso de benefício a professores e divulga nota oficial
O Conselho Municipal do FUNDEB de Santaluz, na região sisaleira da Bahia, divulgou nesta quinta-feira (15) uma nota oficial para esclarecer informações que circularam em redes sociais e blogs locais sobre um suposto atraso no pagamento do terço de férias dos professores da rede municipal.
De acordo com o documento, a gestão municipal não está descumprindo nenhuma obrigação legal. Segundo o Conselho, o pagamento foi acordado desde outubro ano passado para ser feito junto com o salário de janeiro de 2026, como forma de valorização dos profissionais da Educação.
Entenda o acordo
Na nota, o Conselho explica que a decisão foi tomada em reunião realizada no dia 21 de outubro de 2025, na Sala dos Conselhos, com participação de representantes da gestão municipal.
Na ocasião, foi informado que, após o pagamento dos salários e do 13º, o município disporia de um saldo de R$ 5 milhões. Parte desse valor seria utilizado para pagamento de abono aos profissionais da Educação, conforme previsto em lei.
O Conselho então entrou em acordo com a gestão para que o abono fosse pago em dezembro e o terço de férias fosse programado para ser quitado junto com o salário de janeiro.
“Esse acordo objetivou maior valorização para todos os profissionais”, diz o texto.
Conselho rebate boatos sobre suposto descumprimento
A nota afirma que a informação de que a Prefeitura de Santaluz estaria negando o pagamento do benefício “não é verídica”. O Conselho classifica como falsa a notícia divulgada por blogs que mencionaram denúncias anônimas de professores sobre o não recebimento do terço de férias.
“O que vem sendo veiculado na mídia sobre a gestão municipal estar negando o pagamento do 1/3 de férias dos profissionais não é verídico”, diz o texto.
O documento também destaca que o Conselho do FUNDEB é um órgão autônomo e legítimo, formado por representantes de diversos segmentos da sociedade, como pais de alunos, Conselho Tutelar, diretores escolares, professores, servidores de apoio, Educação do Campo, sociedade civil e Secretaria Municipal de Educação.
Confira a nota na íntegra:
